Clareira da Magia
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Pensamentos, dicas e devaneios

Arquivo do blogue da Clareira da Magia.

Defume-se de energias negativas!

25/3/2015

 
Imagemwww.oficinadeconsciencia.com.br/xamanismoplantas.htm
Quantas vezes nos sentimos cansados sem razão aparente, com um peso nos ombros ou uma impressão na barriga que não conseguimos explicar? Isto acontece porque o nosso campo energético, se não for limpo e cuidado como fazemos com o nosso corpo, vai começar a acumular sujidade energética e densa.
Isto acontece também com a nossa roupa, a nossa casa e os objectos que utilizamos.

Por isso, defumar o nosso espaço sagrado, a nossa casa, escritório e até mesmo o nosso corpo é como tomar um duche energético, ou fazer uma limpeza metafísica.
Uma das plantas mais apropriadas para o efeito é a Salva Branca. O fumo emitido pela queima da Salva Branca modifica a composição iónica do ar, e vai ter como consequência directa uma redução do nosso mal estar e melhorar a nossa resposta ao stress.
A defumação é um ritual alquímico no qual mudamos e alteramos o elemento Ar, e transformamos o nosso desconforto numa experiência mística.

O uso de incensos, defumações e vapores como forma de conectar o humano ao mundo espiritual pode ser datado desde há milénios. Contudo, a Salva Branca precisamente, é uma prática utilizada pelo Índios Americanos - os xamãs. Os conflitos, zangas, doenças e o mal no geral eram absorvidos e transmutados do campo energético das pessoas pelo fumo da Salva nas fogueiras rituais. De seguida queimavam também Erva Doce para atrair as energias de paz e amor.

Este simples ritual xamânico é muito fácil de incorporar na nossa rotina diária ou semanal, ou sempre que sentirmos necessidade de uma limpeza energética (especialmente após estarmos em situações de conflito; quando vimos de um hospital, cemitério, etc.). Uma coisa é certa, não há o risco de nos defumarmos demais!

Eis alguns momentos em que deveríamos sem dúvida utilizar a defumação em nós e/ou no nosso espaço:

  • Quando mudamos de casa
  • Quando começamos um novo emprego ou o nosso próprio negócio
  • Antes e depois de um convidado vir na nossa casa
  • Antes e depois de uma sessão de cura (yoga, meditação, terapias...)
  • Depois de uma discussão ou de um período de doença
  • Ao chegar a casa depois de termos estado em locais com muitas pessoas - centros comerciais, , super mercados, concertos, etc.

Aqui está uma ideia de como podemos fazê-lo:

1. A Salva pode vir em molhos já preparados para o efeito - podemos encontrar molhinhos de Salva em qualquer loja esotérica ou ervanária - ou em folhas soltas bem secas.

2. De seguida devemos arranjar um recipiente à prova de fogo (um incensário ou pequeno caldeirão) e acender a mecha de Salva. Para iniciar a defumação a mecha deve ficar só em brasas, como um pau de incenso.
Pode também ser colocado no recipiente escolhido um disco de carvão e as folhas irem sendo colocadas progressivamente por cima.

3. Quando tivermos uma boa quantidade de fumo, utilizar a mão ou uma pena para direccionar o fumo pelo corpo, desde os pés até à cabeça, e descendo novamente. Enquanto fazemos isto devemos visualizar qualquer energia pesada ou negativa, qualquer mau estar a ser levado pelo fumo para longe do nosso corpo.

Se nos sentirmos confortáveis em fazê-lo podemos ir repetindo algo do género:

"Que todas as energias densas e negativas se afastem de mim. Estou limpa e livre de tudo o que não me pertence."

Enquanto dizemos esta frase, ou uma semelhante que nos seja confortável, devemos visualizar a energia à nossa volta a mudar, a ficar mais leve.

Depois de termos limpo o nosso corpo, de seguida passamos para o espaço. Devemos direccionar o fumo para todos os cantos, ombreiras das portas e locais com sombras ou escondidos. Podemos ir repetindo a frase que escolhemos, com as devidas adaptações, enquanto vamos espalhando o fumo em todas as divisões.

Uma vez todo o espaço limpo, se gostar do aroma da salva deixe-a queimar até ao fim, ou se preferir apague o restante e se tiver oportunidade enterre as cinzas num canto do jardim, para que a terra termine a transmutação da energia. Se não tiver essa possibilidade, enrole o que restou num papel e deite no lixo assim que possível.

Prático e fácil, este é um método que todos nós podemos fazer com regularidade e evitar assim alguns dissabores!

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reluz-defumadoresnaturais.blogspot.pt/

Viver ao máximo a Lua Nova e o Eclipse Solar!

20/3/2015

 
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A Lua Nova que começa hoje, entra na casa de Peixes e traz com ela uma corrente de compaixão e de energia de cura ao planeta. Para além de ser uma Super Lua - pois está muito próxima da terra - na sua vinda ocorreu ainda um eclipse solar - portador de mudanças e reinvenções.
Aproveitemos então o dia de hoje, repleto de mudanças e energias fortes para começar a questionar algumas das nossas certezas de vida!
Aqui seguem algumas formas de como podemos aproveitar e honrar estas influências planetárias para nos melhorarmos um pouquinho:


Vamos suspender todas as nossas crenças!
  • Comecemos por acreditar que a realidade é um conceito inventado e que não é de todo uma verdade absoluta (difícil não é? mas não custa tentar)
  • Perceber que a distância e o tempo são conceitos flexíveis e não rígidos, como mostra a Teoria da Relatividade de Einstein - que por acaso também era do signo Peixes

Abraçar o inesperado
  • Deixar por um momento de querer controlar tudo (pronto agora já estou a abusar) e dar as rédeas ao universo! Afinal ele pode ter um plano para nós ainda melhor que o nosso! Mas se não experimentarmos nunca vamos ficar a saber
  • Encarar que as adversidades que encontramos no nosso caminho não são obstáculos mas sim a possibilidade de descobrir um caminho melhor e mais bonito. Vamos ser mais curiosos com o novo percurso do que ansiosos pela perda do velho!

Considerar o conceito pós vida
  • Vamos repensar por momentos o que achamos que sabemos sobre a doença, a cura, a vida e a morte, e é possível que fiquemos surpreendidos
  • O próximo passo será inevitavelmente reaprender a lidar com a nossa atitude perante a perda e o luto

Viver a vida como uma obra de arte
  • Ora aqui está uma ideia gira - vamos escovar o cabelo, enviar uma mensagem ou apertar os atacadores como se estivéssemos a criar uma obra de arte. Vamos ver que efeitos terá na nossa vida o atrairmos para todos os momentos, para tudo o que fazemos, essa honra, dignidade e divindade
  • Fica o desafio para experimentar nem que seja nas próximas 1 ou 2 semanas

Em vez de odiar, meditar
  • Ora para além de mais saudável, é também muito mais barato meditar em vez de medicar, por isso porque não começamos já hoje a aprender ou reaprender esse hábito diário
  • Vamos começar a criar um hábito que para além de consumir pouco tempo nos vai ajudar também a reduzir a pressão arterial, o stress e a aumentar a empatia, e odiar e ter raiva passarão a fazer parte do passado

Tirar umas férias imaginárias
  • Porque não aproveitar a energia deste final de semana para deixar a nossa imaginação divagar um pouco?
  • Vamos sonhar acordados, dançar, ver montras, ver paisagens de países distantes... seja o que for que nos faça sorrir e não pensar em mais nada, só por um bocadinho

E então, vamos honrar esta Lua como ela merece e começar um novo capítulo na nossa história? Eu já comecei!

Afinal, o que é a felicidade?

10/3/2015

 
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A felicidade é algo que todos nós queremos, certo? No entanto será que temos a ideia certa do que é ser feliz?

Temos tendência a considerar a felicidade como uma sensação de euforia proveniente de acontecimentos excitantes. Aqueles acontecimentos que geram picos de adrenalina e que nos fazem rir alto e querer partilhar essa sensação com o mundo.

Mas tal como o pico de adrenalina, essa sensação passa rápido e não a conseguimos agarrar por muito tempo, deixando-nos a seguir vazios e cansados. Pelo que procuramos de imediato outra coisa e outra que nos faça sentir assim de novo.
Será que a felicidade é isso?
O que será então a felicidade?

A felicidade em si é um estado de bem estar contínuo, uma sensação de estabilidade que não depende de factores externos, e que pode existir independentemente dos eventos que nos cercam, por mais turbulentos que sejam.
É um sentimento que uma vez sabendo que comportamentos devemos adoptar para o conhecer, será cada vez mais fácil de a manter e até mesmo de a conseguir transmitir a quem está à nossa volta!

Conexão é um dos primeiros passos a aprender. 

O valor de estarmos conectados é exaltado em artigos de saúde e bem estar um pouco por todo o lado: emocional, física, sexual, mental, social e espiritualmente, a conexão com o que nos rodeia é muito importante.
Quando temos o amor de um animal de estimação, quando fazemos amor, quando saímos com os nossos amigos, quando passeamos pelo parque, conectamo-nos com o mundo que nos rodeia e passamos a fazer parte do todo.
Um destes benefícios é "químico" - o nosso cérebro produz mais oxytocina, que é uma hormona que nos induz um estado de felicidade natural.
Quanto maior for a nossa sensação de conexão e pertença maior será o nosso estado de bem estar.
Quando sair de casa não se limite a ir do ponto A ao ponto B, permita-se reparar no que o rodeia - sorria à pessoa que se cruzou consigo no passeio, sinta o ar a tocar-lhe na cara e no cabelo, oiça os pássaros a cantar nas árvores mais próximas, deixe que a sua mente se habitue à ideia de que também faz parte desse meio.

Estar só também ajuda a sentir-se conectado.

Aprender a desfrutar da nossa própria companhia vai-nos ensinar a trazer o melhor de nós ao de cima, e a mostrá-lo quando estamos com os outros. Passar tempo connosco próprios ajuda a repor energias e relembrar-nos quem verdadeiramente somos. 
Meditação, passeios pela natureza e contemplação, são alguns exercícios que devemos praticar com regularidade para aprendermos a estar sozinhos e a olhar para dentro, a encontrar dentro de nós todas as coisas que nos podem fazer felizes, e ao saber que elas se encontram dentro de nós, deixamos também de as procurar noutras coisas e noutras pessoas, tornamo-nos mais completos.

Saber apreciar o Aqui e Agora.

Temos sempre a tendência de nos focarmos mais nas dificuldades da nossa vida do que nas coisas que correm bem, o que nos leva a um constante sentimento de mau estar e desconforto.
Quando começamos a aprender a apreciar o momento presente, inevitavelmente vamos aprender a apreciar as pequenas coisas da vida.
Pratique uma atitude de gratidão para com a vida e o que ela lhe traz, aprenda a ser grato por ter acordado de manhã, pelo sol brilhar, ou até mesmo pela chuva cair, por ter ar para respirar!
Quando conseguimos desviar a mente do que "não está bem" vamos abrir as portas à sensação de bem estar com o que nos rodeia, e atrás dessas pequenas coisas que nos fazem sentir bem virão outras mais.

O poder da Generosidade.

Um espírito generoso pode ter várias formas: ajudar alguém a combater uma depressão, mostrar bondade para com um estranho, ajudar na limpeza do ambiente, ensinar uma criança a ler... seja o que for que nos faça sair do nosso caminho do dia a dia para partilhar algum do nosso tempo e da nossa essência com outro ser (pessoa, animal, vegetal).
Quando aprendemos a partilhar um pouco de nós mesmos, a nossa compreensão pelo mundo e pela vida aumenta, e consequentemente aumenta o nosso bem estar e equilíbrio interior.

Perante a incerteza a Aceitação.

O caminho para o bem estar, que é a base para a felicidade constante, é um trilho que requer dedicação, paciência e resiliência. Requer que aprendamos a aceitar que por vezes o que é esperado não acontece, mas que o inesperado sim, que isso umas vezes é doloroso mas que outras é uma agradável surpresa.
A Aceitação não tem uma fórmula instantânea, é algo que temos de cultivar e aprender a cuidar, dá trabalho.
A nossa sociedade ensina-nos a ter gratificação instantânea pelo que fazemos, que a riqueza, os bens materiais e a juventude eterna são as chaves para a felicidade - quantos de nós o conseguimos alcançar? Será que a felicidade é algo destinado a um grupo restrito?
Felizmente as pesquisas dizem-nos que não, dizem-nos que se aprendermos a estar ligados ao que nos rodeia e a não nos deixar dominar só pelo que nos assusta e pelas incertezas da vida, vamos saber encontrar a verdadeira felicidade, que vem de dentro e que nos completa por si só, pois a felicidade sincera não precisa de muletas ou acompanhamentos.

A felicidade é isso: uma sensação interna de bem estar e tranquilidade constante, a sensação de pertença a este mundo e ao que dele faz parte e a capacidade de desfrutar de pequenos prazeres sabendo que tudo é incerto, mas aceitando-o!

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Em que nos pode ajudar uma consulta de Tarot?

7/3/2015

 
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O Tarot é uma forma excelente de obter uma nova perspectiva da nossa vida, ou de uma situação especifica - pode trazer uma nova luz a problemas emocionais passados, aspectos negativos de relacionamentos, analisar partes da nossa vida ou da nossa personalidade que temos negligenciado, e ajudar a fazer escolhas mais equilibradas, a tomar decisões ponderadas e a avançar com o conhecimento do que pode ser mais acertado para nós. A melhor forma de tomarmos decisões é perceber o que se está a passar connosco no momento presente.

Não é necessário ter um motivo específico para fazer uma consulta de Tarot, pois o auto conhecimento e auto análise são motivos sempre válidos e importantes. No entanto há alturas em que uma leitura nos pode ser ainda mais útil:


  • Quando nos sentimos perdidos ou sem direcção - o Tarot pode ser muito eficaz na sugestão de novos caminhos a serem explorados, ou a revelar que assuntos pendentes nos prendem na presente situação
  • Quando se começa uma nova fase na vida - na altura do nosso aniversário ou de um evento importante, que marque o inicio de um novo ciclo, o Tarot pode ajudar-nos a analisar as mudanças que se aproximam, o que devemos deixar para trás e que novas áreas podemos explorar
  • No início de um novo projecto - O Tarot pode ajudar a sugerir os factos a considerar, que recursos vamos ter à nossa disposição, o que podemos não ter avaliado antes e que outras oportunidades podemos também esperar
  • Quando estamos a passar por uma fase mais complicada e precisamos de uma nova perspectiva - com o Tarot podemos contar com uma forma eficaz de avaliar situações antigas, ou de identificar questões que precisam de atenção a nível das relações, ou qualquer outra área da nossa vida
  • Em frente a uma decisão importante - não podemos esperar que a consulta nos vá dizer que decisão tomar, mas podemos contar que nos sejam indicados os pontos a considerar, quais as possíveis consequências e até revelar algumas questões que ainda não tinham sido consideradas
  • Quando queremos uma melhor compreensão de nós mesmo - uma leitura de Tarot irá dar-nos imenso material para perceber a nossa personalidade, as decisões que tomamos na vida, e a forma como interagimos no mundo que nos rodeia. O Tarot é das melhores ferramentas de auto conhecimento que tem à sua disposição

Medos que nos podem impedir de manter um relacionamento

25/2/2015

 
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Relacionarmo-nos com outra pessoa nem sempre é fácil, mas quando temos medos antigos que nos levam a agir de forma irracional, pode ser ainda mais difícil.

Sente que tem de ser perfeito em tudo para não ser rejeitado? Fixa demasiado em cima e exigente quando sente a outra pessoa a afastar-se? Entra em pânico quando não lhe respondem de imediato a uma mensagem, email ou telefonema? Tenta compensar esses medos através da comida ou até de algumas bebidas?

Quando respondemos sim a estas perguntas, revelamos medos e inseguranças que já nos acompanham há algum tempo, e que nos vão certamente levar a cometer alguns actos que acabarão por afastar o outro.
Ao aprender a reconhecer os nossos erros torna-se mais fácil libertarmos-nos deles, para uma relação muito mais saudável e feliz com os outros, e essencialmente com nós mesmos!

1. Medo do abandono
Por vezes sentimos que a pessoa com quem estamos não é de confiança ou é até instável. Pode de facto ser esse o caso, mas muitas vezes o nosso medo de sermos abandonados vai ver no outro uma falta de apoio e distância que na realidade não estão lá.
Isto vai levar a reações como:
- Tornarmo-nos demasiado carentes
- Começar a provocar discussões (consciente ou inconscientemente) para testar a relação
- Envolvermo-nos com pessoas que não estão ao nosso alcance - por viverem noutra cidade, estarem noutra relação, terem horários incompatíveis...
- Evitarmos envolver-nos numa relação séria para não passarmos pelo abandono

Estes comportamentos tendem a ser auto proféticos, ou seja, acabamos por fazer com que aconteça aquilo que mais temíamos.

2. Medo de ser magoado
Quando se cresce num ambiente onde não nos sentimos seguros ou éramos mesmo magoados, é provável que este receio continue a acompanhar-nos o que pode levar a:
- Estarmos constantemente à espera de um sinal de traição ou abuso
- Suspeitamos que hajam segundas intenções quando recebemos gestos de carinho
- A vulnerabilidade junto de outra pessoa é muito difícil ou mesmo impossível
- Acabamos muitas vezes por ceder e fazer a vontade do outro para que não se zangue
- Somos nós quem ataca primeiro como proteção contra o mau trato que já estamos à espera
- Evitamos a proximidade pelo receio de sermos magoados
- Os relacionamentos tornam-se um pesadelo pois não se confia em ninguém

3. Medo de não ter apoio quando mais precisarmos
Se ao crescer não tivemos apoio, atenção, orientação e compreensão, é possível que em adultos as nossas reações vão refletir esse carência:
- Zangamo-nos e ficamos mais exigentes quando não recebemos o que necessitamos
- Acabamos por ser atraídos para pessoas que não expressam as suas emoções
- Não nos revelamos aos outros com medo das suas reações, pois sentimos que precisamos da sua aprovação
- Quando não obtemos o amor e compreensão que queremos ressentimos de imediato o outro

4. Medo de não ser suficientemente bom
Quando sentimos que não prestamos, que não somos merecedores, que temos um problema qualquer ou não somos sequer dignos de amor, podemos ser levados a reagir de determinadas formas:
- Sermos atraídos por pessoas que nos criticam
- Criticamos mais os outros
- Escondemos quem somos verdadeiramente
- Temos muita dificuldade em ouvir críticas, mesmo que construtivas
- Estamos sempre a comparar-nos aos outros desfavoravelmente

5. Medo de fracassar
Um dos maiores medos que pode levar a que nenhuma relação funcione é o de achar que o fracasso é inevitável, por acharmos que por não sermos tão espertos, talentosos ou bem sucedidos como as outras pessoas, não é possível que alguém goste de nós a sério.
- Passamos a evitar discussões ou situações onde haja a possibilidade de serem feitas comparações com outras pessoas
- Permitimos que os outros nos critiquem ou minimizem os nossos feitos
- Minimizamos os nossos talentos e potenciais
- Escondemos o nosso Eu por medo de ser considerado insuficiente
- Julgamos e criticamos os outros para afastar a atenção de nós

O lado positivo é que estes medos não têm mais de continuar a fazer parte da nossa vida.
O primeiro passo é recuperar o nosso poder, pelo reconhecimento destes sentimentos - e dos comportamentos e ações que lhes estão associados; o segundo passo é aumentar o nível de atenção e de consciência da nossa vida, para aos poucos podermos começar a mudar e libertar estes hábitos.
Antes de agir, paremos um pouco, vamos ver as nossas reações no momento e perceber se estamos a reagir a algo com justificação ou se estamos a responder a algo do passado. 
Temos de nos dar tempo de amadurecer e dirigir os nossos pensamentos e sentimentos, sem nos julgarmos. Ao darmos tempo para a tempestade emocional passar, as nossas reações irão ser muito mais ponderadas, vamo-nos sentir melhores, mais confiantes e equilibrados, e não vamos assustar o nosso companheiro!

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Sugestões naturais para a constipação

24/2/2015

 
Estamos naquela altura do ano em que a probabilidade de chegar a casa com uma constipação é grande. Frio, vento, mudanças de temperatura... é assim todos os anos!
O ideal é atacar os sintomas logo de início para uma recuperação mais rápida, mesmo se já estiver doente quando ler este artigo, ainda vale a pena seguir as recomendações!
Por isso, se está a sentir sinais de sinusite, desconforto no peito, na garganta ou nariz o melhor é experimentar um ou mais dos seguintes passos:

Equinácea

Vende-se em ervanárias ou farmácias e as suas propriedades como agente de cura com múltiplas utilizações são conhecidas desde há séculos.
Cada vez é mais usada na cura de gripes e constipações, por isso quer esteja a começar ou já se sinta doente, procure este suplemento da forma que lhe agradar mais - chás, comprimidos, etc. - e comece já a tomar.

Vitamina C

Se já estiver constipado, a toma de Vitamina C só por si não lhe vai garantir a recuperação, no entanto ao integrá-la na sua dieta no dia a dia vai melhorar a sua saúde no geral, pois melhora o funcionamento do sistema imunitário.
Se estiver com a garganta inflamada faça um chá quente com sumo de limão, gengibre e mel - para casos mais graves junte um pouco de pimenta cayenne e bocheche o preparado.

Água

Beba água, muita água. A ideia é ingerir o máximo de líquidos possível, pode incluir também chá e água com limão. É através da urina que desintoxicamos, assim quanto mais beber mais vai limpar o organismo.

Descanso

Nem sempre é fácil de fazer, mas o ideal quando sentir os primeiros sintomas de constipação é descansar. Tire o som ao telefone, pegue no que vai precisar - lenços, água, um livro... - e aninhe-se na cama ou no sofá com uma manta quentinha e deixe-se adormecer as vezes que sentir vontade. Um dia de descanso dedicado a si vai prevenir vários dias de desconforto depois em que pode mesmo ficar de cama.

Banho de imersão

Quanto mais no início se encontrar, mais eficaz este método vai ser. Tome um banho o mais quente que conseguir aguentar, pode também juntar sais e óleos (eucalipto ou tomilho, por exemplo, são bons para descongestionar o nariz). Beba um copo de água com limão, entre no banho e relaxe!
O vapor vai ajudar na congestão nasal, a água quente vai aliviar as dores nos músculos e o calor vai ajudar na libertação das toxinas. Se o tomar antes de ir para a cama terá ainda uma boa noite de sono reparador.

Estas são apenas algumas estratégias, livres de medicação, que pode adotar da próxima vez que se sentir doente.
Se tem outras que funcionam consigo, não deixe de as partilhar!


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Por mim, com amor

9/2/2015

 
Estou a sentir-me tão prendada e orgulhosa! 
Esta capa fofinha que cobre o meu livro foi inteiramente feita por mim!
Pois é, eu mesma peguei no tecido, cortei, fiz as costuras e ainda fiz umas abas à medida para que praticamente qualquer livro que tenha se sinta protegido e confortável lá dentro! ��
O melhor de tudo é que agora que sei como se faz, posso escolher que cores e padrões usar para os meus livros e nunca mais me preocupar em estragá-los ao andar com eles na mala e basicamente para todo o lado!

Eu sei que a ideia não é original, já vi vários à venda, para mim o extra é que fica tal e qual como eu quero e com as dimensões certas!

Adoro!
Talvez o próximo passo seja fazer algo para a capa do iPad, que se suja tão facilmente! Fica a ideia...

O lado sombra

7/2/2015

 
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Alcançar a luz interior, positivismo e afirmação pessoal é algo que todos procuramos e que nos faz sentir bem, no entanto conhecer o nosso lado "sombra" é igualmente essencial e é uma experiência de vida ainda mais completa. 

A nossa sombra é onde se encontram aquelas partes de nós que não queremos ver, aquilo que nos faz envergonhar, que ainda nos magoa, o que tentamos esconder até de nós mesmos. Apesar de o nosso instinto, naturalmente, nos dizer para escondermos esse nosso lado, ao fazê-lo, ao ignorá-lo diminuímos também as nossas hipóteses de felicidade. 

Porquê? Porque a luz e a escuridão são polos opostos é só existem em relação um ao outro. Ao reconhecermos o nosso lado sombrio estamos a permitir-nos sermos pessoas mais completas e autênticas. 

Com isto, não quero dizer que devamos mergulhar no "abismo" e dar asas ao nosso lado sombra! Reconhecê-lo e trabalhar com ele, requer alguma prática que deve ser desenvolvida! Aprender a reconhecer e aceitar algo que nos deixa desconfortáveis é diferente de nos afogarmos numa depressão profunda.  

Aqui estão alguns exemplos do que podemos alcançar se explorarmos ambos os nossos lados:


1. Vai-se sentir mais completo.
Ao aceitar todas as áreas da sua humanidade, vai ter uma experiência de vida mais completa e satisfatória, vai tirar partido da vasta complexidade que é você mesmo. Vai deixar de sentir que anda constantemente a fugir de alguma coisa que o atormenta mas que não consegue ver.  

2. Vai-se tornar mais consciente.
Percepção de si e auto consciência são os músculos psicológicos que esculpimos quando estudamos e toleramos a variedade de sentimentos e sensações que nos são desconfortáveis. A prática da auto percepção tem mostrado que fortalece o córtex pré frontal do cérebro - o nosso centro da razão. 

3. Os seus relacionamentos vão melhorar.
As coisas de que não temos consciência tendem a projectar-se nas pessoas que nos rodeiam. À medida que formos fazendo o nosso trabalho de "limpeza" vai-se tornar mais claro o que realmente é a nossa maneira de ser, e isso vai fazer com que se torne mais fácil e saudável interagir com os outros. 

4. A saúde física vai melhorar.
As coisas que nos metem medo sobre nós mesmos continuam a existir, mesmo quando tentamos camuflar esses aspectos, então o corpo encontra formas criativas de mover essa energia para outro lado, o que pode causar dores de cabeça, tensão nos ombros, úlceras ou problemas ainda mais sérios. 
O corpo e a mente não estão separados, assim ao trabalharmos o que nos assusta e deixa desconfortáveis, estamos também a permitir que o corpo descontraia e se revitalize.

5. Vai evoluir.
Ao escolher conhecer todos os aspectos de si mesmo vai fortalecer sua vontade e incentivar crescimento pessoal e auto desenvolvimento. 

O meu conselho é da próxima vez que estiver sozinho, e sentir algo a querer vir ao de cima dentro de si, não se vá distrair com comida, televisão ou outras formas de dispersar a sua atenção. 


Tente fazer o seguinte exercício: 

Tire entre 1 a 3 minutos para se concentrar em si mesmo, tente perceber o que se está a passar consigo. É possível que de início se vá sentir desconfortável, até um pouco confuso com o que está a sentir. Experimente ir de encontro a essa sensação e depois afastá-la novamente, e repita. Experimente escrever sobre o que sentiu, que pensamentos lhe ocorreram.

Esta prática vai ajudar a que ganhe uma maior consciência e controlo dos seus sentimentos, para que depois os possa trabalhar mais claramente. Ao reconhecer os seus sentimentos mais negativos, muitos deles acabarão por se desvanecer naturalmente.  

Não é assim tão mau, pois não? Tente abraçar os ritmos da vida, a expansão e a contração, a luz e a escuridão, a alegria e a dor, pois todas estas partes são o que compõem a si e a todos nós, e todas têm algo para nos ensinar e oferecer!

Texto adaptado do site MindBodyGreen


Voltas e mais voltas

2/2/2015

 
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Por vezes andamos à deriva, sem saber quem somos, o que somos, porque estamos aqui. Para uns é mais fácil, fazem o que deles é esperado, aceitam a programação imposta e lá vão seguindo, dia após dia, noite após noite, sem nunca sentirem necessidade de se questionar "o que mais há para além disto?".

Esses são os sortudos, há quem diga. Mas será melhor uma vida vazia, que se repete uma e outra vez, ou uma vida incerta, insegura, que nos obriga a pensar, a questionar, a explorar, a sofrer, a sentir...?

Talvez essa existência seja mais fácil, é certo. Não que não tenha também os seus altos e baixos, faz parte! Mas passa por nós como um espetáculo a decorrer, que não espera se nos atrasarmos a comprar pipocas no intervalo. 

Agora a existência que nos faz questionar... Essa forma de encarar a vida como um mar de perguntas, como um oceano de mistérios, que quanto mais perguntamos, mais perguntas temos... Essa forma de ver o mundo, e a nós, como algo que podemos tocar, mexer, experienciar... Essa existência tão nossa, e que apesar de poder ser por vezes mais dura, tanto lutamos para manter, para não deixar que a levem, que nos encham de "é assim porque sempre foi", nem de "os mais velhos têm sempre razão"... Por vezes têm, mas outras vezes não!

Então vamos aproveitar! É tempo disso, de fazer perguntas, de querer saber mais, de encontrar o nosso propósito, a nossa chama, e pelo caminho, de nos encontrarmos a nós mesmos!

E a resposta que levamos uma vida a procurar, está lá, sempre no mesmo lugar, no mesmo lugar para todos. A resposta está dentro de nós!


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